<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-5538241732201583245</atom:id><lastBuildDate>Fri, 08 Jan 2010 06:58:30 +0000</lastBuildDate><title>Mente Vertical</title><description>Abrir caminho para o Idealismo Português</description><link>http://mentevertical.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Simão Salgado)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>76</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5538241732201583245.post-5547007100292675969</guid><pubDate>Fri, 08 Jan 2010 06:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-07T22:58:30.962-08:00</atom:updated><title>O CASAMENTO E OS HILGAS</title><description>&lt;div align="justify"&gt;Sejamos claros: nem tudo é tolerável nem tem de ser tolerável. Transformar a tolerância como virtude, em fraqueza a aproveitar pelos “espertos”, além de ser uma falácia e uma injustiça, abre portas a perigos insuspeitos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nem todas as opiniões são respeitáveis, outra falácia adrede expendida… sobretudo as que violam as mais elementares base da Moral e, ou, do direito. Bem como as que são, simplesmente, insensatas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A insistência em afirmar que somos todos iguais é outra cretinice que virou política e socialmente correcta. Nós somos, pelo contrário, todos diferentes.E os homens, como tal,também são diferentes das mulheres. O que todos devem ter é oportunidades e condições idênticas, mas isso prende-se com princípios de humanidade e de justiça relativa que se buscam desde o inicio dos tempos... &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há centenas de milhões de anos que na terra existem seres vivos, vegetais e animais, os mais diversos. Eles existem porque têm a capacidade de se reproduzir, através da existência de um elemento feminino e outro masculino e a natureza é tão perfeita que concebeu “sistemas” de atracção entre os géneros que garantissem a interacção reprodutiva. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A homossexualidade humana – inexistente em 99% das espécies é, a esta luz, um desvio genético, uma doença. E uma doença terminal, já que se, por absurdo, todos virássemos “gays” a espécie humana acabava…&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Espalhando-se os homens pela terra,apesar das diferenças que sempre existiram de raça, cultura, crenças religiosas, etc., sempre estes viveram em grupo, criando sociedades mis ou menos complexas. Na sua espectacular diversidade, porém, a humanidade criou uma “célula” comum a toda ela: a família. Esta forma-se, inicialmente, pela união de um homem e uma mulher, que considerações de ordem política, social e, ou, de afectos, uniram, a fim de partilharem o restante das suas vidas, protegerem-se e auxiliarem-se mutuamente e … terem filhos, perpetuando a espécie e a continuidade da família. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Da ligação dos cônjuges e dos seus descendentes passa a estabelecer-se uma rede mais ou menos complicada de laços familiares. A família passa a ser, deste modo, a estrutura mais elementar, sem embargo, mais fundamental da estabilidade de um grupo/tribo/nação/federação/estado, etc.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;À figura que consubstanciou em termos jurídico/legais e sociais a existência de uma família, chamou-se casamento. E também isto a nível mundial, quer na sua fórmula exclusivamente civil ou acompanhada de um preceito religioso. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ora é este “status quo”, que o presente projecto de casamento entre pessoas do mesmo sexo, quer pôr em causa. Isto é, querem transpôr uma aberração genético/comportamental, para o edifício legal. Em nome de quê? Pois caros leitores, em nome da igualdade de direitos. Ora a mim parece-me que não se deve dar direitos idênticos a coisas diferentes. Tão pouco passar vícios privados a públicas virtudes!Ver dois tipos a beijarem-se na boca na rua mete-me nojo; se forem duas miúdas, talvez me excite. Certamente por ser macho. Mas eu não tenho nada que me enojar ou excitar em público. Por isso os vícios pessoais devem ter o recato adequado, não o folclore das marchas de orgulho gay … Orgulho em quê? De quê? Sobre quê? Não podem casar? Azar, se tivessem os pés chatos também não podiam ir à tropa! Não se pretende discriminá-los. Eles é que se estão a auto descriminar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Legislar sobre uma coisa que a própria natureza tornou repulsiva parece ser um desconchavo que só um relativismo moral doentio, justifica. Infelizmente a comunicação social por razões várias, tudo têm feito por banalizar a discussão do tema para o tornar “normal” e habitual… Fá-lo a qualquer hora, por qualquer meio e vai ao ponto de mostrar cenas semi-explícitas. Ao mesmo tempo vão condicionando, ardilosamente, a expressão pública de quem não concorda com o desaforo. Um dia destes ainda vamos ter que pedir desculpa por não pertencermos ao “clube” ou acrescentarmos com entusiasmo, que também gostaríamos de experimentar. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E não deixa de ser curioso notar que são aqueles que tanto se têm empenhado em destruir a família tradicional, em facilitar o divórcio, legalizar o aborto,a eutanásia, etc., isto é em sabotar as regras e implicações do casamento entre dois seres diferentes e normais, que agora se empenham tanto no casamento homossexual…&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O que esta gente quer é ter público reconhecimento dos maus caminhos que trilha e tornar boa e respeitável algo que objectivamente não o é. E não venham dizer que ninguém tem nada com isso. Toda a gente tem a ver com isso. Um cidadão que urina na via pública não deve ser apenas um caso de polícia, merece censura social…&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ninguém defende que se maltratem os portadores deste desvio, doença ou o que se lhe queria chamar – normalidade é que não pode ser. Agora temos que nos precaver da “ditadura” de minorias e da imposição de comportamentos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De facto o casamento de homos,lésbicas,transsexuais,etc, abre as portas de uma comporta, de consequências imprevisíveis, o que irá alargar exponencialmente as barbaridades já existentes, como lobbies gay; discotecas para gays, bairros (guetos?) para gays, festivais de filme gay, idem para literatura, exibição de agressividade gay (vide culto do culturismo e exibição pública atemorizadora); predominância em profissões ou empresas, etc., é o que já se vê por aí. E o aí, internacionalizou-se. Podem por isso antever o que nos poderá bater à porta: pedofilia q.b.; uma mulher casada com um cavalo; poligamia masculina e feminina; Ansião com a sua corte de eunucos; incesto legalizado e por aí fora. A perversão da mente humana não tem limites…&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Deixámos para o fim a delicada questão da adopção de crianças e todo o género de experiências da bio genética, que é o corolário lógico deste tipo de união (e não devia passar disso): tal consideramos simplesmente como um crime contra a humanidade.Que ninguém se atreva a dizer que este vendaval de imoralidade é inevitável ou irreversível. Inevitável é a gente morrer e mesmo assim só para aqueles que não acreditam na reincarnação ou numa qualquer forma de ressurreição.Agora experimentem continuar confortavelmente sentados no vosso sofá a ver o tempo passar,sem se quererem incomodar com nada. Um dia acordam e…. a coisa passou a obrigatória!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;João José Brandão Ferreira &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;TCor Pilav (Ref) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://listanegra69.blogspot.com/2010/01/o-casamento-e-os-hilgas.html"&gt;http://listanegra69.blogspot.com/2010/01/o-casamento-e-os-hilgas.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5538241732201583245-5547007100292675969?l=mentevertical.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mentevertical.blogspot.com/2010/01/o-casamento-e-os-hilgas.html</link><author>noreply@blogger.com (Simão Salgado)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5538241732201583245.post-4271519364936315117</guid><pubDate>Mon, 28 Dec 2009 12:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-29T02:46:28.952-08:00</atom:updated><title>Mais Progresso Socialista e Revolucionário</title><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/SziqhhhjJ2I/AAAAAAAAAKQ/bQzrVIGXvho/s1600-h/evoluÃ§Ã£o.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5420269644451882850" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 232px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/SziqhhhjJ2I/AAAAAAAAAKQ/bQzrVIGXvho/s400/evolu%C3%A7%C3%A3o.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; E, em nome dos preceitos igualitários, todos iguais pois claro, então não se vê logo que são todos iguais.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5538241732201583245-4271519364936315117?l=mentevertical.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mentevertical.blogspot.com/2009/12/mais-progresso.html</link><author>noreply@blogger.com (Simão Salgado)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/SziqhhhjJ2I/AAAAAAAAAKQ/bQzrVIGXvho/s72-c/evolu%C3%A7%C3%A3o.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5538241732201583245.post-7323680161022530497</guid><pubDate>Mon, 28 Dec 2009 09:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-28T01:37:39.457-08:00</atom:updated><title>Revolução é Retrocesso Civilizacional</title><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/Szh73KYV0iI/AAAAAAAAAKI/RAdQDD8FLrw/s1600-h/revolution.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5420218339149861410" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 362px; CURSOR: hand; HEIGHT: 191px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/Szh73KYV0iI/AAAAAAAAAKI/RAdQDD8FLrw/s400/revolution.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; A maravilha do mundo materialista.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5538241732201583245-7323680161022530497?l=mentevertical.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mentevertical.blogspot.com/2009/12/revolucao-e-retrocesso-civilizacional.html</link><author>noreply@blogger.com (Simão Salgado)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/Szh73KYV0iI/AAAAAAAAAKI/RAdQDD8FLrw/s72-c/revolution.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5538241732201583245.post-8557557228704695233</guid><pubDate>Wed, 16 Dec 2009 14:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-16T11:42:30.385-08:00</atom:updated><title>Um milhão de euros custará bandeira nacional</title><description>&lt;a href="http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&amp;amp;Concelho=Paredes&amp;amp;Option=Interior&amp;amp;content_id=1448446"&gt;Um milhão de euros para içar bandeira&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que a expansão económica portuguesa já começou e ainda ninguém reparou?!&lt;br /&gt;Qual dívida externa qual quê...&lt;br /&gt;Ah, grandes democratas socialistas... American way of life forever, ya....&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5538241732201583245-8557557228704695233?l=mentevertical.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mentevertical.blogspot.com/2009/12/um-milhao-de-euros-para-icar-bandeira.html</link><author>noreply@blogger.com (Simão Salgado)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5538241732201583245.post-4112664398771569232</guid><pubDate>Wed, 16 Dec 2009 07:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-15T13:17:09.939-08:00</atom:updated><title>O Complexo de Culpa dos Colonizadores</title><description>&lt;div align="justify"&gt;Foram os interesses que levaram as nações europeias, no século passado, ao assalto da África, assim como são os interesses que movem hoje no mesmo sentido as actuais superpotências: Rússia, China e Estados Unidos da América. Mas não há duvida de que, ao lado do aproveitamento económico das terras ocupadas, os colonialistas fizeram muitos beneficios. Se o imperialismo europeu e norte-americano teve ás vezes aspectos atrozmente negativos, no caso especial da África realizaram os colonialistas uma obra altamente meritória. Negá-la, esquece-la, não a apresentar como contrapartida aos idealismos independentistas do nosso tempo e ir atrás do logro, chorando lágrimas de arrependimento, é sobretudo injusto. Há trinta anos, um belga, Fred van der Linden, apontava contra os cantadores ceguinhos, acompanhados das falácias de Rousseau, a obra realizada pelos coloniadores em beneficio de povos sujeitos ainda a práticas bárbaras, a sacrificios humanos e à autoridade de chefes despóticos, injustos e cruéis.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A esses povos o colonizador levou antes de mais nada a paz e a segurança. Foram os colonizadores quem pôs fim ás guerras tribais e ao tráfico da escravatura – que fora durante séculos negócio corrente entre os chefes nativos e os negreiros e um direito normal do guerreiro vitorioso. Levaram aos povos autóctones o conhecimento de novas culturas, de sentido universalista, que os alçavam à consciência de membros da grande familia humana e de filhos do mesmo Deus. Organizaram o estudo e a luta contra as doenças, abriram hospitais, sanatórios, lazaretos, consultórios, laboratórios de análises, ordenaram o ensino da medicina e enfermagem, multiplicaram as campanhas de desparasitação, quininização, rastreio da tuberculose, combate aos agentes patogénicos. É de notar, no combate à mosca tzé-tzé, causa da doença do sono, a actividade dos médicos portugueses, que praticamente erradicaram esta doença dos nossos territórios. Generalizaram o ensino primário, abriram escolas técnicas e secundárias, universidades e institutos superiores de investigação. Os nossos institutos de investigação veterinária e agricola em Angola, por exemplo, eram organismos de categoria intenacional.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O colonialismo fez leis de trabalho e de previdência social, estudou os melhores métodos de cultura das terras e da criação de gado, aproveitou fontes de energia, instalou industrias, construiu portos maritimos, rasgou estradas, caminhos de ferro e pistas de aeroportos, edificou cidades, estabeleceu ligações terrestres, maritimas e aéreas, com todo o mundo. Não têm as nações colonizadoras em Àfrica, dum modo geral, razões para se sentirem culpadas do que por lá fizeram. Porque, a par de erros cometidos – e alguns desmedidamente avolumados pelos facciosismos da propaganda – há toda uma obra de trabalho, de progresso, de promoção social, que os africanos mais tarde hão-de lembrar reconhecidos e que para os europeus será sempre motivo de orgulho e não de complexo de culpa, injusto e absurdo. Pode dizer-se que até nalguns erros a obra dos colonizadores ficou. Tal o caso dos limites das novas nações africanas. Foram talhadas com fronteiras artificiais, no arbitrio dos acordos entre as potências europeias. Muitas separaram grupos étnicos que ficaram divididos por dois paises novos, parte num, parte noutro. Pois apesar disso é de supor que os novos estados fiquem com as fronteiras convencionadas pelos colonizadores e dentro delas desenvolvam, progridam e façam a sua História.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conta-se que, depois do 25 de Abril, um diplomata do Leste europeu visitou Lourenço Marques. Acompanhou-o ali um dos dirigentes da FRELIMO apontou indignado para as palhotas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Isto é uma herança do colonialismo!&lt;br /&gt;O diplomata do Leste sorriu e comentou:&lt;br /&gt;-Isto aqui é África. A herança do colonialismo está ali.&lt;br /&gt;E apontava para os altos prédios que se erguiam imponentes a umas centenas de metros...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Barradas de Oliveira – &lt;em&gt;Quando os Cravos Murcham&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5538241732201583245-4112664398771569232?l=mentevertical.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mentevertical.blogspot.com/2008/08/o-complexo-de-culpados-colonizadores.html</link><author>noreply@blogger.com (Simão Salgado)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5538241732201583245.post-645488134119807769</guid><pubDate>Fri, 11 Dec 2009 13:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-11T05:56:42.254-08:00</atom:updated><title>Afinal parece que os Judeus também mataram</title><description>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/SyJPf28l5vI/AAAAAAAAAKA/fifR3JyTdNA/s1600-h/Joao+Pereira.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5413977110796953330" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 150px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/SyJPf28l5vI/AAAAAAAAAKA/fifR3JyTdNA/s200/Joao+Pereira.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Melhor perguntar ao ‘historiador’ quantos atentados terroristas os judeus alemães cometeram na década de 30 em nome de uma interpretação fundamentalista da Torah." (João Pereira Coutinho, Colunista) &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?channelID=00000093-0000-0000-0000-000000000093&amp;amp;contentID=3C58AD59-4664-49CD-B7EE-385DDDC6C55C"&gt;Correio da Manhã&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5538241732201583245-645488134119807769?l=mentevertical.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mentevertical.blogspot.com/2009/12/afinal-parece-que-os-judeus-tambem.html</link><author>noreply@blogger.com (Simão Salgado)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/SyJPf28l5vI/AAAAAAAAAKA/fifR3JyTdNA/s72-c/Joao+Pereira.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5538241732201583245.post-553564429201462511</guid><pubDate>Fri, 11 Dec 2009 10:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-11T02:35:11.478-08:00</atom:updated><title>Nobel da Paz Defende a Guerra</title><description>&lt;div align="justify"&gt;O galardoado passou boa parte do discurso de aceitação do prémio, em Oslo, a defender "guerras justas", como a que decorre no Afeganistão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Barack Obama explicou aos 900 convidados presentes na sala nobre da Câmara de Oslo que por vezes 'a guerra é necessária'. 'Haverá sempre momentos em que as nações considerarão o uso da força não só necessário como moralmente justificável', afirmou, e lembrou a altura em que o mundo uniu forças para derrotar Hitler. 'Enfrento o mundo tal como é, e não posso ficar de braços cruzados perante ameaças ao povo americano.'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à escolha para o prémio, concordou que outros o mereceriam mais, como os 'homens e mulheres que pelo mundo foram presos e espancados na sua luta pela justiça'. Além disso, admitiu que lhe falta tudo para ombrear com Martin Luther King ou Nelson Mandela: 'comparadas com as desses gigantes, as minhas realizações são ínfimas.'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente dos EUA faltou ao almoço com o rei Harald e também ao concerto de homenagem, algo que a maioria dos noruegueses considerou um sinal de 'arrogância'. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.correiomanha.pt/Noticia.aspx?channelid=00000091-0000-0000-0000-000000000091&amp;amp;contentid=47FCCD77-94F8-4033-B562-5060F22EA80D&amp;amp;h=2"&gt;Correio da Manhã&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mais preciosidades da &lt;a href="http://o-reaccionario.blogspot.com/2009/12/obama-recebeu-hoje-o-nobel-da-paz.html"&gt;luz negra&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5538241732201583245-553564429201462511?l=mentevertical.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mentevertical.blogspot.com/2009/12/nobel-da-paz-defende-guerra.html</link><author>noreply@blogger.com (Simão Salgado)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5538241732201583245.post-1685185427097044223</guid><pubDate>Wed, 09 Dec 2009 14:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-09T06:28:17.189-08:00</atom:updated><title>Quem leu Oswald Spengler?</title><description>Alguém sabe onde se pode encontrar a obra profética do historiador e filósofo alemão Oswald Spengler (1880 - 1936) &lt;em&gt;O Declínio do Ocidente&lt;/em&gt; redigida em 1918?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É espantoso, a quantidade de livros interessantes, vítimas da intolerância, queimados pela  fogueira liberal. Esta obra, ao que parece, é de uma importância extrema para o apuramento das verdades históricas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5538241732201583245-1685185427097044223?l=mentevertical.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mentevertical.blogspot.com/2009/12/quem-leu-oswald-spengler.html</link><author>noreply@blogger.com (Simão Salgado)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5538241732201583245.post-1606657491132127400</guid><pubDate>Mon, 07 Dec 2009 18:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-07T10:11:34.464-08:00</atom:updated><title>A IV República</title><description>O inevitável terá que acontecer, aí estão eles já a adivinhar azares.&lt;br /&gt;E esses milhões de esfomeados vão implementar a tal ditadura do proletariado ou vão exigir um governo com ordem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?channelID=00000093-0000-0000-0000-000000000093&amp;amp;contentID=01477005-D2E3-4D1F-AC98-278AD24F44B9"&gt;A IV República&lt;/a&gt; a não perder.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5538241732201583245-1606657491132127400?l=mentevertical.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mentevertical.blogspot.com/2009/12/iv-republica.html</link><author>noreply@blogger.com (Simão Salgado)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5538241732201583245.post-2283068894739919502</guid><pubDate>Thu, 03 Dec 2009 22:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-03T14:50:35.728-08:00</atom:updated><title>Esquema das Sociedades Secretas - Os Donos do Mundo</title><description>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/Sxg9Mp-e05I/AAAAAAAAAJ4/qd4dZUrg_KI/s1600-h/Esquema+das+organizaÃ§Ãµes+secretas.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5411142239921296274" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 282px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/Sxg9Mp-e05I/AAAAAAAAAJ4/qd4dZUrg_KI/s400/Esquema+das+organiza%C3%A7%C3%B5es+secretas.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.syti.net/ES/Organisations.html"&gt;http://www.syti.net/ES/Organisations.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5538241732201583245-2283068894739919502?l=mentevertical.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mentevertical.blogspot.com/2009/12/esquema-das-sociedades-secretas.html</link><author>noreply@blogger.com (Simão Salgado)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/Sxg9Mp-e05I/AAAAAAAAAJ4/qd4dZUrg_KI/s72-c/Esquema+das+organiza%C3%A7%C3%B5es+secretas.gif' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5538241732201583245.post-175872211005869366</guid><pubDate>Wed, 25 Nov 2009 18:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-25T10:46:42.926-08:00</atom:updated><title>Armas de Alienação Massiva</title><description>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/Sw17NfA9JNI/AAAAAAAAAJw/c4W7qtL0ogI/s1600/tv.png"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 369px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/Sw17NfA9JNI/AAAAAAAAAJw/c4W7qtL0ogI/s400/tv.png" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5408114199135855826" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5538241732201583245-175872211005869366?l=mentevertical.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mentevertical.blogspot.com/2009/11/armas-dde-alienacao-massiva.html</link><author>noreply@blogger.com (Simão Salgado)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/Sw17NfA9JNI/AAAAAAAAAJw/c4W7qtL0ogI/s72-c/tv.png' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5538241732201583245.post-6844417520402740622</guid><pubDate>Fri, 13 Nov 2009 10:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-13T02:18:48.140-08:00</atom:updated><title>A Síntese do Capitalismo com o Marxismo</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A convergência da esquerda com a superclasse mundial&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Discurso de Jean-Yves le Gallou, a 18-10-2009, na universidade de verão do &lt;a href="http://www.clubdelhorloge.fr/"&gt;Club de L’Horloge&lt;/a&gt; (publicado pela &lt;a href="http://www.polemia.com/"&gt;Fundação Polémia&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;Estamos habituados a apresentar como opositores o grande patronato e os esquerdistas… mundialistas e alter-mundialistas.&lt;br /&gt;Mas os seus interesses convergem frequentemente, não é de resto por acaso que os “anti-mundialistas” mudaram o seu nome para “alter-mundialistas”, assinalando assim a sua adesão ao mundialismo, apenas sob uma forma diferente. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1-A extrema-esquerda serve de bulldozer à superclasse mundial: procede à desflorestação do arvoredo cultural das nações.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O objectivo da superclasse mundial e dos grandes oligopólios financeiros e económicos que constituem o seu núcleo é estender o campo dos seus mercados e lucros. Para conseguir economias de escala e reforçar o seu poder as grandes firmas transnacionais procuram expandir sempre mais a esfera mercantil, têm necessidade de ter sempre mais consumidores e produtores.&lt;br /&gt;É aí que a extrema-esquerda se revela uma aliada preciosa dessa superclasse mundial, contribuindo para varrer o sentimento nacional, o enraizamento cultural, os valores da família. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2-A superclasse mundial quer o livre-comércio mundial. A extrema-esquerda corrói o sentimento nacional. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Desde há mais de trinta anos os ciclos de negociações comerciais internacionais sucedem-se com o objectivo de atingir a mais completa livre circulação de produtos (incluindo agrícolas), de capitais (incluindo nos sectores estratégicos) e dos homens.&lt;br /&gt;O obstáculo a este movimento de abertura generalizada das fronteiras são os interesses nacionais. Porque é falso dizer que todos os países e todas as categorias sociais ganham com o jogo do livre-comércio mundial: há ganhadores e perdedores; e, entre as nações da velha Europa, há mais perdedores que deveriam opor-se aos desejos da superclasse mundial.&lt;br /&gt;Do mesmo modo, o patriotismo económico, isto é, a vontade dos povos em conservarem a sua soberania, deveria fazer obstáculo ao livre-comércio mundial.&lt;br /&gt;É aí que a extrema-esquerda se revela um aliado precioso da superclasse mundial, apresentando a ideia de nação como ultrapassada e diabolizando os patriotas. Depois do pico mediático, em finais de 2008, da crise económica, assistimos até à diabolização de toda uma teoria económica, o proteccionismo, apresentado como “xenófobo”, inclusive “racista”.&lt;br /&gt;Continuamos sob a orla do Maio de 68, cujo grande slogan, segundo Daniel Cohn-Bendit, foi “somos todos judeus alemães”, perfeita negação de uma identidade nacional e/ou cristã. Hoje em dia, o sempre narcisista Cohn-Bendit milita pelo livre-comércio mundial no seio do parlamento europeu. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3-A superclasse mundial quer a supressão das fronteiras. A extrema-esquerda apoia os delinquentes estrangeiros clandestinos.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao discurso imigracionista que se impôs na política, ele baseou-se nos slogans e cartazes do Maio de 68 :”trabalhadores nacionais/imigrantes: Unidos”, “nacionais/imigrantes: um mesmo combate”, “fronteiras = repressão”. Um discurso que percorre hoje toda a Europa.&lt;br /&gt;No prolongamento disso, a extrema-esquerda investiu muito na defesa dos delinquentes estrangeiros clandestinos. Assim, os trotskistas criaram “redes de apoio social sem fronteiras”, redes que criaram um novo filão de imigração clandestina através da subsidiação dos imigrantes. E isto para maior lucro dos negociadores de sonhos e dos novos negreiros! Os industriais, antes de todos, encontraram nisso mão-de-obra barata que lhes permitiu praticar uma “deslocalização no proprio domicílio”, as classes abastadas encontraram, pela sua parte, criados a baixo custo. Alguns autores de inspiração marxista vêem, é preciso dizê-lo, “na imigração uma estratégia capitalista visando acabar com a espontaneidade histórica das solidariedades proletárias através da diversificação do substrato do ressentimento operário”.&lt;br /&gt;Fruto das lutas da extrema-esquerda , a afirmação dos pretensos novos direitos contra “a exclusão”, como o direito à habitação ou à saúde, permitem mobilizar os poderes de coerção do Estado contra a sociedade e impor sempre maior abertura de fronteiras trazendo novos consumidores para os países desenvolvidos. Note-se que a última universidade de verão do MEDEF (Movimento das Empresas de França) consagrou uma das suas mesas redondas ao tema “quem não recua, avança: a lógica dos novos direitos”.&lt;br /&gt;E esta lógica de abertura infinita não é apenas francesa. Encontramo-la, por exemplo, no ex-terrorista italiano Antonio Negri. No seu livro maior, “Império”, o ex-brigadas vermelhas, transformado em teórico do alter-mundialismo, opõe “Império” (ou seja, a superclasse mundial) à “multidão”, isto é, às massas desenraizadas – massas essas que são justamente o viveiro de consumidores e produtores de que o sistema mundialista tem necessidade, massas desenraizadas que ele propõe aumentar o número pronunciando-se por uma abolição de todas as fronteiras: “é preciso falar (…) da mobilidade universal permitida a todos os imigrantes para que eles possam deslocar-se para onde quiserem no mundo para a reapropriação dos meios de comunicação e a construção imaginária de novas linguagens”.&lt;br /&gt;Antonio Negri define como “primeiro elemento de um programa político para a multidão mundial uma primeira exigência global: a cidadania mundial”, devendo esta ser acompanhada por uma supressão geral das fronteiras.&lt;br /&gt;É pouco surpreendente, nestas condições, que Antonio Negri se tenha pronunciado pelo “Sim” à construção europeia, uma vez que a União Europeia surge-lhe, não sem razão, como mais uma etapa em direcção à mundialização que deseja.&lt;br /&gt;O sem-fronteirismo é um dos elementos da ideologia comum da superclasse mundial e da extrema-esquerda. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4-A superclasse mundial quer uma mão-de-obra permutável. A extrema-esquerda prega a tabula rasa.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Para o sistema dominante o homem é concebido como uma matéria-prima (dito “recurso humano”). Ele deve, antes de tudo, ser permutável para as necessidades da oligarquia mercantil. Deve portanto ter quatro características negativas:&lt;br /&gt;- Não ter raízes (nem raça, nem nação, nem religião)- Não ter um ideal: deve ser um consumidor e um produtor materialista e relativista disposto a engolir todos os produtos lançados no mercado (incluindo os produtos bancários permitindo endividá-lo e, portanto, submetê-lo melhor)- Não ter religião para além da do seu próprio ego, para ser mais facilmente isolado e, portanto, manipulável- Não ter personalidade afim de se fundir na massa (deve por isso ser educado de forma puramente técnica e utilitária, sem cultura geral que lhe permita situar-se como homem livre)&lt;br /&gt;Também nisso a extrema-esquerda se revelou uma aliada preciosa da superclasse mundial e do niilismo mercantil. É no domínio da transmissão de valores através da escola ou da família que a herança – curiosa palavra para uma empreitada de destruição – do Maio de 68 permanece mais forte. É suficiente ler os slogans dos cartazes ou dos graffitis para constatar que se tornaram programas :” É proibido proibir” , “o respeito perde-se, não o vás procurar” , “professor, és tão velho quanto a tua cultura”, “esquece tudo o que aprendeste”.&lt;br /&gt;Fundamentalmente o Maio de 68 é uma revolução de ruptura com as permanências e as raízes: permanências culturais, raízes identitárias. Ora, através dos sindicatos de inspiração comunista ou trotskista, é sempre a ideologia da ruptura que domina a educação nacional: ruptura com os métodos de aprendizagem da leitura, ruptura com a história cronológica, ruptura com o ensinamento das humanísticas.&lt;br /&gt;Em muitos países do mundo ocidental o sistema educativo dos “pedagómanos” lança no mercado indivíduos “desaculturados” prontos a engolirem sem espírito crítico a fast-food publicitária.&lt;br /&gt;O ódio à identidade é o denominador comum dos movimentos de extrema-esquerda. Teórico das manifestações dos “fóruns sociais”, John Holloway, irlandês instalado no México, apresenta a sua crítica social como um “assalto contra a identidade”, como a recusa de se deixar definir , classificar, identificar: “ Nós, os não-idênticos, combatemos essa identificação. O combate contra o capital é um combate contra a identificação e não um combate contra uma identidade alternativa”. Ele acusa as “políticas de identidade” de solidificarem as identidades. Vai mesmo mais longe:”o nosso combate não visa estabelecer uma nova identidade mas sim intensificar uma anti-identidade, a crise de identidade é uma libertação de uma multitude de resistências e uma multiplicidade de gritos”.&lt;br /&gt;Um discurso anti-identitário que faz de John Holloway um idiota útil da superclasse mundial que, de resto, acolheu com benevolência os “fóruns sociais”, forma de contestação (?) privilegiada dos anos 1998-2005. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5-A superclasse mundial quer abrir novos campos à produção e ao consumo mercantis. A extrema-esquerda ajuda-a fragilizando a família.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;“ O capitalismo faz a guerra à família pela mesma razão que combate os sindicatos. O capitalismo quer o colectivismo para si e o individualismo para os seus inimigos” diz Gilbert Keith Chesterton.&lt;br /&gt;A “libertação sexual”, o feminismo militante e a valorização das sexualidades desviantes servem os interesses da superclasse mundial, porque, ao fragilizarem a família, estas ideologias abriram novos campos à produção e ao consumo mercantis:&lt;br /&gt;– Uma nova mão-de-obra feminina assalariada, mais numerosa e mais disponível, inclusive ao sábado e ao domingo; é a destructuração das culturas tradicionais que permitiu fazer do mundo desenvolvido uma vasto supermercado aberto dia e noite;- Novas actividades para o mercado, como os cuidados às crianças e aos idosos, tornados “serviços à pessoa”, comercializáveis, rentáveis e integráveis no PIB.&lt;br /&gt;A este respeito, aquilo que é apresentado como um crescimento da riqueza produzida nos países desenvolvidos é frequentemente um engodo, por, ao menos, duas razões:&lt;br /&gt;- A imigração contribui em parte para o aumento do número de produtores (logo do PIB) fazendo ao mesmo tempo baixar o rendimento médio por cabeça (é preciso partilhar a riqueza com um número maior de improdutivos);- Uma parte dos novos serviços disponibilizados às pessoas estavam anteriormente fora da esfera monetária e está longe de ser certo que a sua monetarização aumente o bem-estar das crianças, dos idosos e das famílias. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6-A superclasse mundial teme sobretudo a emergência de correntes identitárias e soberanistas que prejudiquem a dinâmica da mundialização. A extrema-esquerda desempenha um papel de obstrução aos populismos nacionais.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A extrema-esquerda desempenha, em toda a Europa, o mesmo papel: denunciar e atacar as forças identitárias e nacionais. Constitui-se em polícia do pensamento por conta da Nova Ordem Mundial. Por toda a parte a extrema-esquerda é um instrumento de pressão sobre os poderes: umas vezes para parar os movimentos de “direitização” dos partidos tradicionais (anos 80) e outras para lutar contra o surgimento do populismo (anos 90).&lt;br /&gt;Adoptando um ascendente moral em nome da luta contra as “fobias” – xenofobia, homofobia, islamofobia – a extrema-esquerda utiliza uma retórica incapacitante contra os valores familiares e nacionais susceptíveis de pararem o desenvolvimento do capitalismo globalizado. Não hesitando em utilizar leis repressivas (“as fobias não são uma questão de opinião, são um crime”), a extrema-esquerda é uma alavanca do poder mediático e judicial, frequentemente executante das baixas obras da superclasse mundial. A intimidação e a sideração são os seus meios de acção privilegiados.&lt;br /&gt;A vitimização das “minorias” sexuais serve de máscara ao velho projecto revolucionário de dissolução da instituição familiar, obstáculo ao império do mercado; e, a coberto de pôr fim a pretensas discriminações ou reprimir intenções homofóbicas, conseguem impedir a expressão dos valores tradicionais. E foi assim que foi expulso da Comissão Europeia o pouco politicamente correcto e muito católico Rocco Buttiglione. Simetricamente, foi assim que foi protegido Frédéric Mitterand, esse “magnífico símbolo de abertura”, segundo as palavras de Nicolas Sarkozy, que escreveu no seu livro “La Mauvaise Vie”:” sexo e dinheiro, estou no centro do meu sistema”.&lt;br /&gt;A extrema-esquerda joga também no registo da provocação: por todo o lado na Europa onde movimentos nacionais identitários ou populistas se desenvolveram, a extrema-esquerda apelou a contra-manifestações, frequentemente violentas, com dois objectivos:&lt;br /&gt;- Conseguir a interdição das reuniões dos movimentos que ameaçam a ideologia da superclasse mundial;- Conduzir esses movimentos dissidentes a defenderem-se para assegurarem a sua liberdade, com o risco de darem às televisões imagens de violência.&lt;br /&gt;Na revista “Contretemps”, de Setembro de 2003, Anne Tristan, antiga responsável da associação de extrema-esquerda “Ras L’Front” explica o funcionamento dessa organização: utilizar iniciativas espectaculares e contra-manifestações para evitar a banalização do Front National – uma estratégia com benefícios, utilizada também na Alemanha ou Inglaterra, por exemplo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;7-A convergência entre o grande patronato e o projecto societário da esquerda e extrema-esquerda.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A extrema-esquerda agrada bastante nas instâncias patronais. São vários os nomes convidados para os eventos das associações patronais.&lt;br /&gt;Evidentemente que os intelectuais de esquerda não comparecem apenas pelo cachet, a sua presença ilustra uma convergência entre o grande patronato e o projecto societário da esquerda e da extrema-esquerda. Implicitamente o discurso patronal é o seguinte: deixem-nos fazer lucros, nós também servimos a nova ideologia dominante, realizamos as políticas ditas de “diversidade” e de “luta contra as discriminações” (com excepção da única discriminação legítima aos nossos olhos, a do dinheiro!).&lt;br /&gt;Também aí esse discurso não é nem totalmente novo nem exclusivamente nacional: desde o fim dos anos 70, os publicitários, muitos dos quais tinham afinidades com os trotskistas, serviram-se do dinheiro dos seus clientes para transformar a sociedade: lembramo-nos das publicidades escandalosas da Benetton a favor da mestiçagem, por um lado, e contra os valores tradicionais, por outro.&lt;br /&gt;A conivência entre a extrema-esquerda e o patronato vai bem para lá dos colóquios: ela diz também respeito às ligações com a imprensa. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;8-Em troca dos seus serviços, a extrema-esquerda beneficia da complacência da superclasse mundial.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É um sinal que não engana: o acesso aos Media. A extrema-esquerda beneficia aí regularmente de um bom acolhimento em quantidade e qualidade de tratamento.&lt;br /&gt;Este fenómeno é transversal a toda a Europa, a extrema-esquerda beneficia de conivências mediáticas, mesmo quando se dedica a acções violentas contras os movimentos identitários e populistas, o seu papel de cão de guarda da superclasse mundial é bastante apreciado.&lt;br /&gt;As ligações da superclasse mundial à extrema-esquerda não são apenas intelectuais, são também financeiras.&lt;br /&gt;Em França, em 2001, a TFI e o grupo económico Lagardère acorreram a salvar o jornal comunista “Humanité” que se encontrava então em grandes dificuldades financeiras.&lt;br /&gt;A aliança do jornal “Libération”, fundado por Jean-Paul Sartre, e da superclasse mundial é ainda mais espectacular: desde 1993 três grandes capitalistas transnacionais, Antoine Riboud, Gilbert Trigano et Jérôme Seydoux, entraram no capital como accionistas externos e, em 2005, graças a uma nova crise, é Edouard de Rothschild que injecta 20 milhões de euros no “Libération”. A sua entrada em mais de 30% do capital do jornal faz-se com o aval da maioria dos jornalistas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9-O cosmopolitismo, ideologia comum da extrema-esquerda e da superclasse mundial.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Este casamento entre o “Libération” e o grande capital leva a um sorriso enganador, porque ambas as parte actuam, não somente na defesa dos seus interesses próprios, mas também em conformidade com as suas ideias.&lt;br /&gt;O pai de Edouard de Rothschild, Edmond de Rothschild, hoje falecido, foi um visionário do mundialismo. Fundou, em 1974, a secção europeia da Comisão Trilateral, inicialmente criada nos Estados Unidos por David Rockefeller e Zbignew Brzezinsky. É da Comissão Trilateral que provêm hoje os programas mundialistas de Davos. Ora, desde 1970, Edmond de Rothschild havia discernido o essencial, declarando numa longa entrevista à revista Enterprise de 18 de Julho:” a verruga que tem de ser extirpada hoje é a nação”. Ao salvar o “Libération” da falência Edouard de Rothschild prossegue o combate do seu pai.&lt;br /&gt;De facto, a redacção do “Libération” e o seu novo patrão comungam da mesma ideologia: o cosmopolitismo, que postula que as nações são entidades arbitrárias que convém ultrapassar. Como a História já demonstrou, são as oligarquias que adoptam mais entusiasticamente o cosmopolitismo, oligarquias cujos membros se declaram voluntariamente “cidadãos do mundo”: oligarquias mercantis, de um lado, oligarquias culturais, de outro, sonham com um governo mundial.&lt;br /&gt;Neste concerto de cosmocratas, a extrema-esquerda toca a sua partição.&lt;br /&gt;Mas outras temáticas vêm alimentar a ideologia mundialista, em particular o catastrofismo planetário, seja climático ou sanitário.&lt;br /&gt;Abaixo as máscaras!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://ofogodavontade.wordpress.com/2009/10/25/a-convergencia-da-esquerda-com-a-superclasse-mundial/"&gt;http://ofogodavontade.wordpress.com/2009/10/25/a-convergencia-da-esquerda-com-a-superclasse-mundial/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5538241732201583245-6844417520402740622?l=mentevertical.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mentevertical.blogspot.com/2009/11/sintese-do-capitalismo-com-o-marxismo.html</link><author>noreply@blogger.com (Simão Salgado)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5538241732201583245.post-4641806184229496627</guid><pubDate>Tue, 10 Nov 2009 18:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-10T11:24:34.064-08:00</atom:updated><title>O Inacreditável Mundo Socialista</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/Svm38gv4pKI/AAAAAAAAAJo/rskLWkHZ_oI/s1600-h/futebol.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5402551478218433698" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 150px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/Svm38gv4pKI/AAAAAAAAAJo/rskLWkHZ_oI/s200/futebol.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Quando parecia que já nada me surpreenderia neste país, que me recuso a qualificar tal é o asco que sinto, acontece o espantoso absurdo. Anunciam os canais de informação socialistas, em letras gordas, que vem aí a maior estátua de sempre de um jogador. Pelos vistos Portugal será o responsável pela criação da 'Maior Estátua do Mundo de um Jogador de Futebol', que será apresentada em Maio de 2010. Num país que se &lt;a href="http://mentevertical.blogspot.com/2009/10/portugal-afunda-se-20-milhoes-por-dia.html"&gt;afunda a 20 milhões por dia&lt;/a&gt; o caso só pode ser já da ordem do foro psicológico ou de extrema insensatez. E não perderam tempo, a aberrante estátua está já em produção pela WPI, uma empresa ligada ao mundo do desporto. A enormidade terá trinta metros de altura, mais dois metros que o Cristo Rei, em Almada. Parece inacreditável, um país, com tantas dificuldades, a braços com a maior crise de sempre, entregar-se na emoção mais descabida na esfera do futebol em dimensões faraónicas. Para o rei D. Carlos fizeram, em Cascais, uma estátua minorca com pouco mais de 1 metro de altura, e para um tipo que passa a vida a correr atrás de uma bola constroem uma estátua maior que a de Jesus Cristo. Só podem estar a gozar... Tal é a indignação que me fico por aqui.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=95659F2A-D4D3-4BEA-B897-98674DBB69B1&amp;amp;channelid=00000021-0000-0000-0000-000000000021"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5538241732201583245-4641806184229496627?l=mentevertical.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mentevertical.blogspot.com/2009/11/o-inacreditavel-mundo-socialista.html</link><author>noreply@blogger.com (Simão Salgado)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/Svm38gv4pKI/AAAAAAAAAJo/rskLWkHZ_oI/s72-c/futebol.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5538241732201583245.post-3768595109616933378</guid><pubDate>Sun, 08 Nov 2009 01:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-08T02:04:37.813-08:00</atom:updated><title>Berlusconi assegura continuação dos crucifixos</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/SvYfLb4JaHI/AAAAAAAAAJg/NIOegYqdYxQ/s1600-h/berlusconi.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401539084399765618" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 118px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/SvYfLb4JaHI/AAAAAAAAAJg/NIOegYqdYxQ/s200/berlusconi.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.elmundo.es/elmundo/2009/11/06/internacional/1257526408.html"&gt;Berlusconi asegura que los crucifijos seguirán en las escuelas italianas &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silvio Berlusconi sai em defesa da tradição e dos verdadeiros valores e garante que os crucifixos não sairão das salas de aulas italianas, conservando a soberania em relação à União Europeia. O Tribunal Europeu de Direitos Humanos, com sede em Estrasburgo, em nome do laicismo e do socialismo, tenta ceifar as raízes dos europeus, mas encontrou resistência num homem que ainda pensa por si e pelo povo que o elegeu pois a população italiana conserva-se católica na sua esmagadora maioria. O corajoso primeiro-ministro italiano indiganado questiona e bem "Oito países da Europa têm cruzes nas suas bandeiras nacionais. Esta decisão do tribunal significa que esses países deverão retirar igualmente as cruzes das respectivas bandeiras só porque lá vivem alguns cidadãos que poderão sentir-se incomodados com tal símbolo?". E para além disso avisa ainda que "Trata-se de uma decisão não vinculativa, que não pode impedir a exibição dos crucifixos nas escolas do nosso país", considerando "inaceitável" a decisão do órgão máximo da nova justiça comunitária. "Quem caminha por qualquer cidade italiana não pode fazê-lo sem encontrar, a cada 300 metros, por qualquer direcção que vá, o símbolo que representa as raízes e tradições cristãs. Até mesmo um ateu, suponho, pode reconhecer o facto de que o crucifixo está profundamente ligado à nossa história", declarou Berlusconi. Em Portugal não há cristãos que se manifestem contra a descristianização porquê?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5538241732201583245-3768595109616933378?l=mentevertical.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mentevertical.blogspot.com/2009/11/berlusconi-assegura-continuacao-dos.html</link><author>noreply@blogger.com (Simão Salgado)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/SvYfLb4JaHI/AAAAAAAAAJg/NIOegYqdYxQ/s72-c/berlusconi.bmp' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5538241732201583245.post-4956979649187595434</guid><pubDate>Fri, 06 Nov 2009 13:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-06T06:21:01.424-08:00</atom:updated><title>Nietzsche - Das Mulherzinhas Novas e Velhas</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/SvQtqHtlLII/AAAAAAAAAJY/ktp3Zb3JF5U/s1600-h/Nietzsche.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5400992054772051074" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 183px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/SvQtqHtlLII/AAAAAAAAAJY/ktp3Zb3JF5U/s200/Nietzsche.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; "Caminhava eu hoje solitario pelo meu caminho,á hora em que o sol declina,quando encontrei uma velhinha que falou assim á minha alma: "Zaratustra muitas vezes se dirigiu a nós,as mulheres,mas nunca falou das mulheres". E respondi-lhe:"é só aos homens que se deve falar das mulheres." "Tambem me podes falar das mulheres-disse ela,"sou bastante velha para esquecer tudo logo a seguir". Acendendo ao desejo da velhinha disse-lhe assim:"na mulher tudo é um enigma,mas este enigma tem soluçao;e essa soluçao é a maternidade. Para a mulher o homem é um meio;o fim é sempre o filho.Mas o que é a mulher para o homem? O homem digno deste nome só ama duas coisas:o perigo e o jogo.É por isso que ele deseja a mulher,que é o brinquedo mais perigoso. O homem deve ser educado para a guerra,a mulher para o prazer do guerreiro:fora disto tudo é loucura. O guerreiro nao gosta dos frutos adocicados.É por isso que ele ama a mulher;a mulher mais doce tem sempre o seu que de amargo. A mulher melhor do que o homem,compreende as crianças;mas o homem é criança,mais do que a mulher. Em todo o homem digno deste nome se oculta uma criança,que deseja brincar.Eia,mulheres,procurai descobrir a criança encondida no homem! Seja a mulher um brinquedo puro e delicado,semelhante ao diamante,cintilando com as virtudes de um mundo que ainda nao existe. Fazei cintilar no vosso amor o fulgor de uma estrela remota.Que a vossa esperança seja:"Nasça de mim o Super-homem!" Seja corajoso o vosso amor!Fortalecidos com o vosso amor,enfrentai aquilo de que tendes medo. Cifre-se a vossa honra no vosso amor!Geralmente a mulher pouco entende de honra.Mas a vossa honra é amar mais do que fordes amadas e nunca serdes as segundas. Tema o homem a mulher quando a mulher ama:ela nao recuará diante de nenhum sacrificio,e tudo o mais lhe parecerá sem valor. Tema o homem a mulher,quando a mulher odeia:porque no fundo,o homem é maldoso;mas a mulher é preversa. Qual é o homem que a mulher odeia acima de todos os demais?O ferro disse um dia ao Íman:"é a ti que odeio mais do que tudo;atrais-me,mas nao tendes força bastante para me sujeitar". A felicidade do homem está em poder dizer:"Eu quero".A felicidade da mulher está em dizer:"Ele quer". "Até que enfim o mundo acaba por atingir a perfeiçao",tal é o pensamento de todas as mulheres no instante em que se submetem por amor. E a mulher tem necessidade de obedecer e de dar uma profundidade á sua superficie.A alma da mulher é superficial,é uma superficie movediça e agitada sobre uma grande profundidade. Mas a alma do homem é profunda,a sua corrente brame em grutas subterraneas;a mulher presente essa força, mas nao a compreende" Entao a velhinha respondeu-lhe:"Zaratrusta,disse coisas muito agradaveis,sobretudo para as que sao bastante novas para isso. Coisa estranha Zaratustra conheçe pouco as mulheres,e contudo julga-as bem.Será porque em materia de mulheres nao ha nada impossivel? Aceita agora em troca uma pequena verdade. Sinto-me sufecientemente velha para ta dizer. Embrulha-a bem e tapa-lhe a boca com receio que ela grite demasiado alto,essa pequena verdade." "Dá-me,ó mulher essa pequena verdade!"Disse eu.E a velhinha falou assim: "Frequentas as mulheres?Nao te esqueças do chicote!"&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Excerto da obra &lt;em&gt;Assim Falava Zaratustra,&lt;/em&gt; de Nietzsche, colhido no Blogue &lt;a href="http://homemlobo.blogspot.com/2005/01/frederic-nietzsche-guerreiros-e.html"&gt;Homem Lobo&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Outro excerto da mesma obra:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“És um escravo? Então, não podes ser amigo. És um tirano? Então, não podes ter amigos.&lt;br /&gt;Durante demasiado tempo, houve na mulher um escravo e um tirano ocultos. Por isso, a mulher ainda não é capaz da amizade: só conhece o amor.&lt;br /&gt;No amor da mulher há injustiça e cegueira contra tudo o que ela não ama. E mesmo no amor consciente da mulher sempre há investida, relâmpagos e noite, a par da luz. A mulher ainda não é capaz de amizade: as mulheres continuam a ser gatas e aves. Ou, no melhor dos casos, vacas.”&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5538241732201583245-4956979649187595434?l=mentevertical.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mentevertical.blogspot.com/2009/11/nietzsche-das-mulherzinhas-novas-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Simão Salgado)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/SvQtqHtlLII/AAAAAAAAAJY/ktp3Zb3JF5U/s72-c/Nietzsche.bmp' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5538241732201583245.post-7941564032390677662</guid><pubDate>Thu, 05 Nov 2009 12:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-05T15:01:59.108-08:00</atom:updated><title>Que Justiça é esta?!</title><description>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/SvNZUJMUy-I/AAAAAAAAAJQ/ggvDogzH8RI/s1600-h/assassina.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5400758580747226082" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 150px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/SvNZUJMUy-I/AAAAAAAAAJQ/ggvDogzH8RI/s200/assassina.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=9847C651-90DB-4CF1-BFB5-C98B2E655EAA&amp;amp;channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010"&gt;Mata com ácido e fica livre &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em Leiria, a criminosa que assassinou o ex-namorado com ácido sulfúrico foi dada como inimputável. Não há sequer palavras para expressar a indignação que corre no coração daqueles que são confrontados com esta notícia vergonhosa. Assassina-se uma pessoa com ácido provocando uma agonia incalculável à vítima, e ainda os seus familiares passam pela vergonha de ver a criminosa sair em liberdade. Provavelmente foi uma decisão tomada em nome dos direitos humanos, do progresso, da liberdade, da igualdade e de outras tretas. Há coisas difíceis de suportar e já passámos há muito dos limites. Vergonha!!!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5538241732201583245-7941564032390677662?l=mentevertical.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mentevertical.blogspot.com/2009/11/que-justica-e-esta.html</link><author>noreply@blogger.com (Simão Salgado)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/SvNZUJMUy-I/AAAAAAAAAJQ/ggvDogzH8RI/s72-c/assassina.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5538241732201583245.post-4326577110205018515</guid><pubDate>Tue, 03 Nov 2009 18:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-03T10:43:44.366-08:00</atom:updated><title>O Défice da Democracia de Abril</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/SvB5Ms11G8I/AAAAAAAAAJA/YF4irYeKxGc/s1600-h/a_beira_do_abismo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5399949212319554498" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 181px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/SvB5Ms11G8I/AAAAAAAAAJA/YF4irYeKxGc/s200/a_beira_do_abismo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=625D4F9D-BA88-415D-B349-65B48172F12B&amp;amp;channelid=00000021-0000-0000-0000-000000000021"&gt;O défice orçamental português poderá ser o pior dos últimos 24 anos caso atinja os 8 por cento projectados pela Comissão Europeia para 2009 e 2010, podendo mesmo atingir o pior valor de sempre em 2011, ano em que Bruxelas prevê 8,7%. As contas são da agência Lusa que explica que é necessário recuar até 1985 para se encontrar um valor pior, que foi de 8,6%. Caso se atinjam os 8,7 por cento de défice projectados para 2011, o valor será o maior de sempre, sendo que existem registos desde 1977. O maior défice orçamental da democracia foi de 8,68 por cento, em 1981.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Porque será que este tipo de notícias já não nos surpreende? Qualquer pessoa com a quarta classe pode conjecturar um futuro negro, no entanto todos os dias somos bombardeados com promessas de vária ordem que nos transmitem um país cor-de-rosa. Quando comparamos os défices do regime conservador e tradicional do Estado Novo com o regime demoliberal e revolucionário as diferenças são abismais. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fazer as comparações &lt;a href="http://mentevertical.blogspot.com/2008/12/evoluo-do-dfice-pblico.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5538241732201583245-4326577110205018515?l=mentevertical.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mentevertical.blogspot.com/2009/11/o-defice-da-democracia-de-abril.html</link><author>noreply@blogger.com (Simão Salgado)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/SvB5Ms11G8I/AAAAAAAAAJA/YF4irYeKxGc/s72-c/a_beira_do_abismo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5538241732201583245.post-6424550397826504932</guid><pubDate>Mon, 02 Nov 2009 12:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-02T04:42:19.797-08:00</atom:updated><title>Mundo Louco do Guiness e a Neo-escravatura</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/Su7ML3jL58I/AAAAAAAAAI4/eB0YtinqGU0/s1600-h/318.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5399477507525961666" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 165px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/Su7ML3jL58I/AAAAAAAAAI4/eB0YtinqGU0/s200/318.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; A felicidade dos exploradores está na excelência do mercado escravo disponível. Do Brasil, essa grande potência de mão-de-obra barata, chega-nos um exemplo típico do disparatado mundo socialista. A brasileira Rosilda Ferreira, de 22 anos, foi apresentada ao mundo com orgulho, é a &lt;a href="http://www.tvi24.iol.pt/acredite-se-quiser/guinness-acredite-caixa-brasil-tvi24/1096692-4088.html"&gt;operadora de caixa de supermercado mais rápida do mundo&lt;/a&gt;. Conseguiu registar 50 artigos em apenas um minuto e 53 segundos. Sendo interrogada sobre a proeza, disse a vaidosa contemplada: "já me tinham elogiado pela capacidade de registrar e empacotar em pouco tempo". Não, não estamos a bater recordes dos jogos olímpicos, estamos a bater recordes de servilismo, de escravidão, não se procura encontrar o melhor dos melhores, mas sim o mais escravo dos mais escravos. È a rota da inversão, é o resultado da desconstrução e das promessas das falsas igualdades e liberdades. Este tipo de trabalho, na caixa de um qualquer supermercado pertencente ao capitalismo internacional, é o exemplo perfeito do homem novo marxista, não pensa, não emite opinião, nem imagina o que é a contemplação nem qual o propósito da sua vida. Corresponde esta personagem robotizada ao ideal capitalista. E, ainda dizem que a lavagem cerebral operada pelos marxistas é invenção dos “retrógrados”?! O futuro tenebroso para os europeus começa aqui.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5538241732201583245-6424550397826504932?l=mentevertical.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mentevertical.blogspot.com/2009/11/mundo-louco-do-guiness.html</link><author>noreply@blogger.com (Simão Salgado)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/Su7ML3jL58I/AAAAAAAAAI4/eB0YtinqGU0/s72-c/318.gif' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5538241732201583245.post-5639029211250665220</guid><pubDate>Thu, 29 Oct 2009 13:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-29T06:39:44.740-07:00</atom:updated><title>Casamentos multiculturais vistos em Israel como traição</title><description>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/SumavDQEqSI/AAAAAAAAAIw/V1tcxp0P0I0/s1600-h/israel.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398015761497499938" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 146px; CURSOR: hand; HEIGHT: 97px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/SumavDQEqSI/AAAAAAAAAIw/V1tcxp0P0I0/s320/israel.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a title="Link permanente para Casamentos mistos são vistos em Israel como traição" href="http://www.escudo.tv/2009/10/casamentos-mistos-sao-vistos-em-israel-como-traicao/" rel="bookmark"&gt;Casamentos mistos são vistos em Israel como traição&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.escudo.tv/arsenal/2009/10/arton1097.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Uma autoridade local em Israel anunciou estar a criar uma equipa especial de conselheiros de juventude e psicólogos, cuja tarefa será identificar raparigas judias que se relacionem com homens árabes e «resgatá-las».&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.escudo.tv/2009/10/casamentos-mistos-sao-vistos-em-israel-como-traicao/"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;In Israel, Intermarriage Viewed As Treason&lt;br /&gt;Jonathan Cook&lt;br /&gt;29 September 2009&lt;br /&gt;A local authority in Israel has announced that it is establishing a special team of youth counsellors and psychologists whose job it will be to identify young Jewish women who are dating Arab men and "rescue" them.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.palestinemonitor.org/spip/spip.php?article1097"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5538241732201583245-5639029211250665220?l=mentevertical.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mentevertical.blogspot.com/2009/10/casamentos-mistos-sao-vistos-em-israel.html</link><author>noreply@blogger.com (Simão Salgado)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/SumavDQEqSI/AAAAAAAAAIw/V1tcxp0P0I0/s72-c/israel.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5538241732201583245.post-2638844798896201479</guid><pubDate>Thu, 22 Oct 2009 13:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-22T06:41:00.094-07:00</atom:updated><title>Petição dirigida aos deputados para 'repor' Ponte Salazar</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/SuBe-EI5asI/AAAAAAAAAHo/i4rAWO1ce6I/s1600-h/Ponte+Salazar.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5395416773945813698" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 240px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/SuBe-EI5asI/AAAAAAAAAHo/i4rAWO1ce6I/s320/Ponte+Salazar.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Texto 'online' defende retorno ao "nome original" da obra pública que passou a chamar-se Ponte 25 de Abril depois de 1974. Mais de meio milhar de cidadãos tinham subscrito, até ao fim da tarde de ontem, uma nova petição na Net a defender a "reposição do nome original da Ponte Salazar". Segundo esta petição dirigida à Assembleia da República, pretende-se repor "o nome original à ponte sobre o Tejo, hoje designada por Ponte 25 de Abril" e que, "ao ser inaugurada em 6 de Agosto de 1966, havia recebido o nome de 'Ponte Salazar'". A par de uma outra petição com o mesmo objectivo, intitulada "Vamos repor o nome à Ponte Salazar, neste momento como Ponte 25 de Abril" (com apenas dez assinaturas), a anterior foi recebendo assinaturas durante a tarde - 549, cerca das 18.00. "A omissão de factos, incoerências, desvios à verdade, esquecimentos a prazo, receios ou vergonha da sua História, no caso concreto, do nosso povo, que somos nós e os que antes de nós fizeram história, torna-nos superficiais, descaracteriza-nos como entidade cultural e acima de tudo faz-nos cúmplices da mentira", lê-se também no texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os subscritores, muitos com apelidos de família conhecidos (Mendia, D'Orey, Mello, Roquette, Mantero, Van Zeller), a primeira assinatura é a de Maria Isabel Galveias, que acrescentou ao seu nome um comentá-rio: "A ponte deve ser sempre Ponte Salazar por imperativo histórico. "Paulo Pessoa de Carvalho adiantou outra observação: "O passado nunca se renega, foi ele que nos fez chegar onde estamos hoje. Se há caminhos que poderíamos fazer de forma diferente, até concordo, até talvez os fizesse, agora renegar o passado, nunca!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1397623#"&gt;Fonte&lt;/a&gt; do Diário de Notícias&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;«Reposição do Nome Original da Ponte SALAZAR»&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.peticaopublica.com/?pi=P2009N505"&gt;http://www.peticaopublica.com/?pi=P2009N505&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Subscreve a petição aqui &lt;a href="http://www.peticaopublica.com/?pi=P2009N505"&gt;http://www.peticaopublica.com/?pi=P2009N505&lt;/a&gt; e divulga-a pelos teus contactos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5538241732201583245-2638844798896201479?l=mentevertical.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mentevertical.blogspot.com/2009/10/peticao-dirigida-aos-deputados-para.html</link><author>noreply@blogger.com (Simão Salgado)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/SuBe-EI5asI/AAAAAAAAAHo/i4rAWO1ce6I/s72-c/Ponte+Salazar.bmp' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5538241732201583245.post-2492387781805358844</guid><pubDate>Wed, 21 Oct 2009 03:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-20T20:27:50.931-07:00</atom:updated><title>Portugal afunda-se a 20 Milhões por dia</title><description>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/St58_TjMZ_I/AAAAAAAAAHg/f4WcGdlBGMQ/s1600-h/afundar.bmp"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394886830657923058" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 247px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/St58_TjMZ_I/AAAAAAAAAHg/f4WcGdlBGMQ/s320/afundar.bmp" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; Grandes conquistas de Abril:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=5A9148E0-20CA-4AA6-ADBC-37AF77E023C0&amp;amp;channelid=00000090-0000-0000-0000-000000000090"&gt;&lt;strong&gt;Défice do Estado sobe 20 milhões por dia&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O défice do Estado entre Janeiro e Setembro deste ano ultrapassa aos 9 mil milhões de euros. É um buraco que cresce ao ritmo de 20 milhões por dia e que quase triplicou face ao mesmo período de 2008, quando o valor se fixava nos 3,5 mil milhões de euros.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=5A9148E0-20CA-4AA6-ADBC-37AF77E023C0&amp;amp;channelid=00000090-0000-0000-0000-000000000090"&gt;&lt;br /&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5538241732201583245-2492387781805358844?l=mentevertical.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mentevertical.blogspot.com/2009/10/portugal-afunda-se-20-milhoes-por-dia.html</link><author>noreply@blogger.com (Simão Salgado)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/St58_TjMZ_I/AAAAAAAAAHg/f4WcGdlBGMQ/s72-c/afundar.bmp' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5538241732201583245.post-502528875742633427</guid><pubDate>Mon, 19 Oct 2009 18:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-28T12:04:24.547-07:00</atom:updated><title>Novo Livro do Ten/Coronel Brandão Ferreira</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/Sty4GbNtcUI/AAAAAAAAAHY/R21RLambtwE/s1600-h/Brandao+Ferreira.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394388874206998850" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 255px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/Sty4GbNtcUI/AAAAAAAAAHY/R21RLambtwE/s320/Brandao+Ferreira.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=irfX_8BRVNc"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=irfX_8BRVNc&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Sr. Ten/Coronel Brandão Ferreira, após defender corajosamente na TV socialista que &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=irfX_8BRVNc"&gt;Angola é nossa&lt;/a&gt;, irá apresentar brevemente o seu último livro, que também se adivinha polémico. A sessão realizar-se-á dia 28 de Outubro, Quarta-Feira, pelas 18h, na Academia Militar - entrada pela Rua Gomes Freire. E o respectivo convite&lt;a href="http://www.utopicworld.net/vit/convite.jpg"&gt; está aqui&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;"Por aquilo que é secundário, negoceia-se; pelo que é importante, combate-se; pelo que é fundamental, morre-se" Brandão Ferreira&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5538241732201583245-502528875742633427?l=mentevertical.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mentevertical.blogspot.com/2009/10/httpwww.html</link><author>noreply@blogger.com (Simão Salgado)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/Sty4GbNtcUI/AAAAAAAAAHY/R21RLambtwE/s72-c/Brandao+Ferreira.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5538241732201583245.post-3512059044207065439</guid><pubDate>Wed, 14 Oct 2009 17:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-14T10:25:22.874-07:00</atom:updated><title>Sociedade Socialista? Não, Obrigado!</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/StYI7k5GyOI/AAAAAAAAAHI/XjC7vXVYBvY/s1600-h/realizacao.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5392507423431248098" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 263px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/StYI7k5GyOI/AAAAAAAAAHI/XjC7vXVYBvY/s320/realizacao.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; “Viver é ter a possibilidade de realizar com risco um projecto pessoal, é ter a faculdade de criar. Hoje é corrente ouvir os jovens manifestarem a pretensão de “realizar-se”: uma sociedade socialista só permite que se “realizem” aqueles que consigam postos de chefia dentro do sistema. E mesmo assim, é preciso que se subordinem aos planos e escapem às purgas resultantes da fiscalização vertical ou horizontal, geralmente muito inspirada em preconceitos ideológicos e em ódios pessoais ou de classe, do que no interesse geral.” (Marcello Caetano em Depoimento, Ed. Record, pág. 113.)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5538241732201583245-3512059044207065439?l=mentevertical.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mentevertical.blogspot.com/2009/10/impossivel-viver-numa-sociedade.html</link><author>noreply@blogger.com (Simão Salgado)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/StYI7k5GyOI/AAAAAAAAAHI/XjC7vXVYBvY/s72-c/realizacao.bmp' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5538241732201583245.post-3459788488048427829</guid><pubDate>Mon, 12 Oct 2009 10:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-12T03:23:21.984-07:00</atom:updated><title>Holocaustos Esquecidos</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/StMDhedouhI/AAAAAAAAAHA/a5efzNWzeIw/s1600-h/Holocausto+de+Dresden.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391657052540549650" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 350px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/StMDhedouhI/AAAAAAAAAHA/a5efzNWzeIw/s400/Holocausto+de+Dresden.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; "Foi Sir Winston Churchill quem pessoalmente fez questão, a poucos meses do fim da Guerra e num momento em que esta já estava ganha pelos Aliados, de que a RAF bombardeasse com bombas de fósforo as cidades alemãs de Dresden e Hamburgo, onde se produziram as maiores carnificinas da História entre populações civis – depois é certo, de Hiroshima e Nagasaqui, também realizadas para mais rápida vitória e glória da «Cruzada» das democracias." (Jaime Nogueira Pinto em &lt;em&gt;O Fim do Estado Novo e as Origens do 25 de Abril&lt;/em&gt;, Ed. Difel, pág. 391.)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5538241732201583245-3459788488048427829?l=mentevertical.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mentevertical.blogspot.com/2009/10/holocaustos-esquecidos.html</link><author>noreply@blogger.com (Simão Salgado)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/StMDhedouhI/AAAAAAAAAHA/a5efzNWzeIw/s72-c/Holocausto+de+Dresden.bmp' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5538241732201583245.post-7167591446759601790</guid><pubDate>Thu, 08 Oct 2009 13:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-08T06:41:57.949-07:00</atom:updated><title>Salazar e o Estado Novo Por António José de Brito</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/Ss3qjs4ZysI/AAAAAAAAAG4/5bnp8n4X0gA/s1600-h/Salazar.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5390222228096404162" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 88px; CURSOR: hand; HEIGHT: 133px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/Ss3qjs4ZysI/AAAAAAAAAG4/5bnp8n4X0gA/s400/Salazar.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; A notícia do falecimento de Oliveira Salazar era por nós aguardada a todo o instante, nestes últimos dias. Mas nem por isso nos deixou de produzir melancólica emoção e de nos despertar um fundo sentimento de tristeza e saudade. Um turbilhão de imagens acorreu à nossa mente. Lembramos os desfiles gloriosos dos anos 30, as camisas verdes da Mocidade Portuguesa e da Legião Portuguesa, as florestas de braços estendidos em todas as manifestações, e aos nossos ouvidos ecoaram, de novo, os brados: «Quem vive? Portugal, Portugal, Portugal», «Quem manda? Salazar, Salazar, Salazar», que tantas vezes escutáramos, com entusiasmo, tínhamos nós nove anos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Depois veio a terrível conflagração de 1939-1945, cuja trágica importância não vislumbrámos, então, porque demasiado jovens, e cujo profundo significado só bem mais tarde compreendemos integralmente. Graças a Salazar — e, nessa altura, nós e a maioria dos portugueses, aplaudíamo-lo — Portugal manteve-se neutro ou quase neutro (pois suportou a invasão australiana em Timor e cedeu bases nos Açores a potências beligerantes, como a Inglaterra e os U.S.A.), tendo-se recusado, aprumadamente, nos derradeiros dias do conflito, a abandonar a sua posição e a alinhar com a matilha de rafeiros que, nos instantes finais, arremetia contra os que já se encontravam prostrados por terra e vencidos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A seguir à vitória das democracias, em 1945, surgiu o assalto das oposições. Campanhas eleitorais, conspirações, apelos ao estrangeiro, foi o que presenciámos, já universitários, senhores de convicções próprias, adeptos e servidores conscientes de uma doutrina. Por entre as tempestades, Salazar conservava o sangue frio e uma lúcida intransigência. Conseguia ir vencendo os ventos da história e graças a uma ou outra concessão, fazer sobreviver o regime que criara. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De certo, o Estado Novo subsistia, agora cercado por uma atmosfera internacional que nos era «ideologicamente adversa», conforme não hesitou em confessar um jornal da União Nacional, começando-se a notar os primeiros sintomas de desgaste. O ataque de Humberto Delgado teve já incidências alarmantes. E numa hora de crise premente, que não tardou, após escasso tempo, a aparecer, viu-se, com clareza, que o inimigo estava dentro das muralhas. A onda de loucura abdicatória atingira o seu auge, no Ocidente, quando Angola foi vítima de brutal surto terrorista. Não faltaram, nessa altura, vozes aconselhando a seguir os exemplos alheios, a usarem-se os chamados meios políticos, a utilizar o caminho das negociações, vozes que estavam bem próximas de Salazar e não eram de adversários declarados. Este, porém, não se deixou intimidar. Idoso, fatigado embora por uma vida de labor e sacrifício, não hesitou em assumir a pasta da Defesa Nacional e «rapidamente e em força» seguiram, logo, para o Ultramar, reforços militares que, até ao momento, inexplicavelmente se quedavam imóveis na metrópole. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os soldados portugueses empunharam as armas para combater a agressão da barbárie que campeava triunfante pela terra desde Maio de 45, e Salazar tornou-se o símbolo da resistência da nação, penhor da honra, de brio, da vontade de todo um povo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nunca nos sentimos tão solidários com ele como em tal época, em que um velho de setenta anos dava aos novos lições de tenacidade, fé, persistência, confiança, coragem moral. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Acontecera-nos, por vezes, protestar contra o que considerávamos nonchalance do Poder, e contra certas tácticas, que nos pareciam equívocas, utilizadas por Salazar. A partir de 1961, porém, o seu vulto agigantou-se perante nós, tremendamente, mais ainda do que no período áureo em que o aclamávamos, por entre multidões de rapazes em uniforme. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Salazar dos primórdios da Revolução e o Salazar dos tempos derradeiros — no ocaso da própria existência, estóico, inabalável, corporizando, «orgulhosamente só», a dignidade de uma raça — eis as duas imagens do grande Chefe que mais comoveram o nosso coração e mais funda adesão despertaram ao nosso intelecto. Não se esqueça, contudo, que só a habilidade de manobra do estadista, na época subsequente ao dia V, permitiu que se tornasse possível a afirmação inquebrantável de defesa da integridade da Pátria pelo Salazar da senectude, em que ressurgiu, intensamente, o espírito denodado que não hesitou um segundo em pôr-se ao lado da Causa nacionalista, durante o Alzamiento espanhol de 36. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Hoje, repetimos para nós mesmos, por momentos custando-nos a acreditá-lo, que morreu o homem. A sua obra ficou, no entanto, inscrita, em letras indeléveis, no imorredoiro livro da História, donde nada ou ninguém a conseguirá arrancar. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Obra imensa, de vastíssimas proporções, abrangendo os mais amplos domínios — financeiro, diplomático, económico, administrativo, etc., etc. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Cremos, todavia, que no plano mais importante em que se desenvolveu e que condicionou os êxitos noutros campos foi o plano político. E, no plano político, a obra de Salazar chama-se o Estado Novo, é a criação de um novo regime. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Estado Novo, substancialmente, pode ser encarado sob três perspectivas: a doutrinária, a jurídico-constitucional e a político-constitucional, isto é, relativo à maneira como, na realidade concreta, estava constituída. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No primeiro aspecto, o Estado Novo situa-se no âmbito das doutrinas contra-revolucionárias que, desde início do século vinte, começaram a tomar incremento em vários países, inclusive o nosso. Saliente-se que Salazar não foi um mero executor de teorias alheias, antes diga-se, para a sua honra, que alinhou, igualmente, entre os teorizadores de concepções anti-demoliberais. Ele foi um pensador de destaque, dotado de um estilo de recorte clássico e uma alta elevação de conceitos, o que, de resto, não merecia estranheza, tratando-se de alguém com formação universitária, que por direito próprio se alcandorara à cátedra. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Permita-se que digamos, no entanto, com todo o respeito, que a noção de totalitarismo exposta por Salazar nos parece errónea, que discordamos, amplamente, de certas facetas personalistas dos seus ensinamentos e que a tese de uma limitação, de princípio, à acção do Estado, mesmo entendido este como mero sinónimo de Poder central, não se nos assemelha de aceitar. Conforme escrevia Alfredo Pimenta, se o Estado realizar o bem para que vai limitá-lo a gente? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em todo o caso, Salazar formulou magníficos reparos críticos acerca da Liberdade e defendeu sempre a subordinação ao interesse comum dos chamados direitos fundamentais da pessoa — direito de livre expressão de opiniões, direito de livre associação, etc. —, devendo-se-lhe, até, uma inteligentíssima apologia da Censura, nas célebres entrevistas com António Ferro, reunidas em volume. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao texto escrito da Constituição, confessamos o nosso pouco entusiasmo. Além da referência a leis especiais que regulem as liberdades, nela enunciadas ainda à maneira clássica, e da atribuição ao governo de capacidades legislativas, não vemos aí nada de notável. Tomada ao pé da letra poderia ser o código regulador de uma democracia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Todavia, para além da Constituição escrita, a realidade político-constitucional era outra radicalmente diversa. As disposições legais permitindo a redução sensível das liberdades de associação e de expressão, tornou-se possível banir a existência de partidos e fazer com que um único agrupamento, a União Nacional — de que Salazar era indiscutível líder e orientador, e que, aliás, não constituía um partido, mas sim um organismo aberto a todos os portugueses que desejassem cooperar na tarefa do ressurgimento pátrio — passasse a exercer, politicamente, um controle decisivo sobre o país. A UN propunha os candidatos à Assembleia Nacional e à Presidência da República e, mesmo quando nos actos eleitorais, depois da funesta data de 1945, se admitiu a participação de adversários, encontrava-se numa posição de inteira ou quase inteira superioridade (pois que os oponentes desapareciam, enquanto presença activa, terminado o período de disputa perante o sufrágio), jamais tendo sido, consoante se compreende, batida ou posta a valer em apuros. Deste modo, em Salazar, que desempenhava também o cargo de Presidente do Conselho, concentrou-se, efectivamente, a autoridade máxima, a mais elevada magistratura pedagógico-governativa do Estado Novo.&lt;br /&gt;Surgiu, assim, um sistema autoritário, de poder pessoal, com todas as imensas vantagens que lhe são inerentes. Foi glória de Salazar tê-lo edificado e posto em funcionamento durante quarenta anos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Exige-nos, porém, a consciência — e bem assim o espírito crítico — que observemos que o regime evidenciava fortes desvantagens estruturais, que só foram supridas pelo prestígio, a popularidade, a invulgar personalidade do Chefe. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Que uma Assembleia Nacional, mal escolhida, entrasse em rebelião (ou idêntico caso se verificasse com o Presidente) e, consequentemente, fossem abrogadas as restrições legislativas que marcavam com o selo da ilicitude uma orgânica de partidos, e eis que a UN perderia a sua situação de supremacia e o Estado Novo entraria em declínio, minado por contradições internas. Dir-nos-ão que era pouco provável que tais entidades, dadas as suas origens e filiação, seguissem semelhante rumo! Responderemos que «pouco provável» nem equivale a inconcebível, nem sequer a inconstitucional ou revolucionário. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Se tem razão de ser o ponto de vista que a Constituição escrita não expressa por inteiro a constitucionalidade real do país, não deixa aquela, contudo, de fazer parte desta, como um dos seus elementos componentes. E se entre os componentes de uma constitucionalidade real houver possibilidade de conflito, é porque ela não se encontra perfeitamente ordenada. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Num Estado autoritário bem estruturado, devem coincidir o facto e o direito no tocante ao poder vitalício do Chefe, cuja autoridade não pode depender de ninguém (isto sem falarmos na transmissão da soberania que, também, tem de processar-se sem criar quaisquer dependências pessoais ao novo governante e simultaneamente, tem de o manter integrado no Ordenamento vigente — o melhor processo para se atingirem esses desiderata sendo a sucessão hereditária). A verdade é que, abstraindo deste derradeiro problema-requisito, a Situação não chegava mesmo a satisfazer o condicionalismo a que aludimos de começo. Daí a sua imperfeição. Salazar deixou por herança uma construção institucional cujas linhas de força estão essencialmente certas, conquanto realizadas de deficiente forma. Cumpre aceitar o património que nos legou, não por certo para o malbaratar através de suspeitas liberalizações, mas para o prolongar, enriquecer, aperfeiçoar nas suas directrizes básicas. É dessa maneira que se prestará a melhor das homenagens à memória de um vulto grande e ímpar que, apesar de tudo, foi o de um insigne servidor da ideia de Estado. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Salazar e o Estado Novo Por António José de Brito (in «Política», n.º 14/15, de 15/30 de Julho de 1970)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;in: &lt;a href="http://www.causanacional.net/index.php?itemid=308"&gt;http://www.causanacional.net/index.php?itemid=308&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5538241732201583245-7167591446759601790?l=mentevertical.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://mentevertical.blogspot.com/2009/10/salazar-e-o-estado-novo-por-antonio.html</link><author>noreply@blogger.com (Simão Salgado)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_PNQSxicgg04/Ss3qjs4ZysI/AAAAAAAAAG4/5bnp8n4X0gA/s72-c/Salazar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item></channel></rss>